terça-feira, 15 de março de 2011

8 coisas que adoraríamos mandar pro espaço

Em datas comemorativas, como o “Dia Internacional da Mulher”neste mês, é comum refletirmos sobre perdas e ganhos e, por consequência, surgirem reivindicações quanto ao que ainda nos falta em incontáveis áreas. Que tal também pensarmos não naquilo que nos falta, mas no que devemos jogar fora ou diminuir drasticamente? Aqui vai uma sugestão com oito dicas.

1) Menos loucuras de estimação. A loucura de estimação fode e – sempre – sai de cima. O cara te procura o suficiente para te manter apaixonada, mas não o bastante para você reivindicar uma noite de sábado inteira (às vezes nem meia). Verdade que ele pode até ser seu marido, não importa: a loucura de estimação nunca te traz paz ou segurança romântica. Numa palavra, amiga: corta. Não o pau dele, por favor – ele da sua vida.

2) Menos roupas e sapatos. Por Deus, vá até seu guarda-roupa (ou apenas pense nele) e me diga se você precisa mesmo daquelas quatro saias pretas, daquelas dezoito sandálias, das onze botas, dos cinco sobretudos, das quarenta e nove camisetas, das vinte e duas meias-calça, etc., etc., etc. Libera o fluxo desse armário: ganhou ou comprou uma peça, doe outra (isso depois de eliminar, no mínimo, 60% do que está dentro dele agora).

3) Menos quilos. Você continua caindo de boca onde não devia mesmo com tantas saliências e reentrâncias gostosas e emagrecedoras para se cair de boca no mundo (especialmente aquelas que atendem pela alcunha de namorado-gato-com-exame-de-sangue-em-dia)? Fique tranquila. No item quatro há um feitiço para emagrecer. Cumpra-o e Deus te recompensará.

4) Menos fofoca. Você já viu o circo pegar fogo na sua casa ou no escritório e teve de disfarçar que a autora da fofoca infame foi você? Aqui vai o feitiço que prometi: se você conseguir manter sua boca fechada diante da possibilidade de falar mal de alguém, você também – na mesma proporção – conseguirá fechar a boca na frente de todo tipo de comida que te engorda. É dito e feito. Ou melhor, é não dito e feito.

5) Menos carro. O.k., você mora numa ponta da zona sul e trabalha na outra ponta da zona norte, portanto, precisa dele. Mas o tempo todo? Já experimentou fazer algumas coisas de metrô ou a pé e ver quanto tempo ganha e quanto estresse perde? Não precisa acreditar em mim: faça um teste.

6) Menos não-me-toques no sexo. Impressionante como tem mulher que sobe no lustre com um vagabundo qualquer da prainha Zanzatetê e com o namorado ou marido – uma criatura que, eu espero, lhe diga muito sexualmente – fica cheia de não-me-toques. O pudor é a pior forma de perversão! (Não é verdade, mas a frase causou o impacto que eu queria).

7) Menos cobrança. Supermulher, supermãe, superprofissional, superbeijo, superobrigada: agora tudo tem de ser “super” para valer? Socorro! Amiga, está com sono? Desmarca o jantar e dorme. Mesmo. Se bobear, suas amigas também queriam mais é dormir.

8) Menos mulheres-photoshop. Como diz Penélope Nova, a Playboy não é mais revista de sacanagem: é ficção científica! Malhar pra chegar aos 90 sem usar o elevador, maravilha, mas perpetuar a busca insana pelo corpo da mulher-photoshop ninguém merece. E então, ficou com vontade de montar sua própria lista? Depois me conta!

Nenhum comentário:

Postar um comentário